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As 7 Regras do Dinheiro – Você já parou para pensar por que algumas pessoas conseguem juntar dinheiro enquanto outras vivem sempre no vermelho? Por que uns parecem ter um “dom” para fazer o dinheiro render, enquanto outros trabalham duro mas nunca saem do lugar?
A verdade é que existe um conjunto de regras sobre dinheiro que simplesmente não aprendemos na escola. Nem em casa, na maioria das vezes. São como segredos guardados a sete chaves, passados de geração em geração entre famílias ricas, mas que raramente chegam até nós.

E o pior de tudo? Essas regras não são complicadas. Pelo contrário, são bem simples. Mas como ninguém nos ensina, continuamos repetindo os mesmos erros dos nossos pais e avós.
Vou te contar uma coisa que pode soar estranha: não é o tamanho do seu salário que determina se você vai ser rico ou pobre. É a sua mentalidade financeira.
Conhece aquela história de jogador de futebol que ganha milhões mas acaba falido? Ou de gente que herda uma fortuna e em poucos anos não tem mais nada? Isso acontece porque eles nunca desenvolveram a mentalidade de riqueza correta.
Por outro lado, tem gente que começa com muito pouco e consegue construir uma vida próspera. A diferença não está no ponto de partida, mas na forma como pensam sobre dinheiro.
A mentalidade financeira é como um programa que roda na sua cabeça. Se esse programa está configurado para a escassez, você vai sempre encontrar maneiras de gastar tudo que ganha. Se está configurado para a abundância, você vai naturalmente criar formas de multiplicar seus recursos.
A primeira regra que ninguém ensina é esta: dinheiro não é o objetivo. É apenas uma ferramenta.
Parece besteira, mas pensa comigo. Quando você quer pregar um prego, você não fica admirando o martelo. Você usa o martelo para fazer o que precisa ser feito. Com dinheiro é igual.
Os ricos veem dinheiro como energia. Uma energia que pode ser direcionada para criar mais energia. Eles usam dinheiro para comprar tempo, para comprar conhecimento, para comprar oportunidades.
Já quem tem mentalidade de pobre vê dinheiro como algo para ser gasto. É como se fosse uma batata quente que precisa sair das mãos rapidinho. Ganhou, já pensa em como vai gastar.
Vou dar um exemplo prático. Imagine que você ganhou R$ 1.000 extras. A mentalidade de pobre pensa: “Oba! Vou comprar aquela TV que eu queria.” A mentalidade de rico pensa: “Como posso usar esses R$ 1.000 para gerar mais R$ 1.000?”
Entende a diferença? Um usa o dinheiro para consumir, o outro usa para produzir.
Essa é uma das regras mais poderosas da educação financeira, mas quase ninguém aplica.
Quando você recebe seu salário, qual é a primeira coisa que faz? Paga as contas, né? Luz, água, financiamento, cartão… E no final do mês, se sobrar alguma coisa, aí você pensa em guardar.
Só que nunca sobra, não é mesmo?
Os ricos fazem diferente. Eles se pagam primeiro. Antes de qualquer conta, eles separam uma parte para eles mesmos. Pode ser 10%, 20%, o que conseguirem. Mas sempre vem primeiro.
Parece impossível? Vou te mostrar como funciona na prática.
Digamos que você ganha R$ 2.000 por mês. No sistema tradicional, você gasta os R$ 2.000 e reza para sobrar alguma coisa. No sistema dos ricos, você age como se ganhasse R$ 1.800 e os R$ 200 não existissem para gastos.
“Mas eu não tenho como cortar R$ 200 das minhas contas!”
Olha, é impressionante como nossa mente se adapta. Quando você age como se tivesse menos dinheiro disponível, automaticamente encontra maneiras de gastar menos. Corta uma coisinha aqui, outra ali, e no final consegue viver com o que sobrou.
É como aquela história do gás que sempre acaba bem na hora que você mais precisa. Quando você sabe que tem pouco, usa com mais cuidado.
Aqui está um dos segredos dos ricos que mais me impressiona: eles nunca param de investir em si mesmos.
Enquanto a maioria das pessoas para de estudar quando sai da escola, os ricos continuam aprendendo a vida toda. Eles compram livros, fazem cursos, contratam mentores. Gastam dinheiro com conhecimento como se fosse oxigênio.
E sabe por quê? Porque entenderam uma coisa simples: o melhor investimento que existe é o investimento em si mesmo.
Pensa assim: você pode perder dinheiro na bolsa de valores. Pode perder um imóvel. Pode perder um negócio. Mas o conhecimento que você tem na cabeça, ninguém consegue tirar de você.

Um exemplo bem simples: imagine que você gasta R$ 200 num curso de Excel. Parece caro? Mas se esse conhecimento te ajudar a conseguir uma promoção de R$ 300 por mês, em menos de um mês você já teve o retorno do investimento.
Ou então: você investe R$ 500 num curso de inglês. Pode parecer muito dinheiro, mas se isso abrir portas para oportunidades melhores, vai valer cada centavo.
A questão é que a maioria das pessoas vê educação como gasto. Os ricos veem como investimento. E investimento sempre dá retorno.
Essa regra é ouro puro: nunca coloque todos os ovos na mesma cesta.
A pessoa comum tem uma fonte de renda: o emprego. Se perde o emprego, perde toda a renda. É como andar numa corda bamba sem rede de proteção.
Os ricos fazem diferente. Eles diversificam. Têm várias torneiras abertas ao mesmo tempo. Se uma seca, as outras continuam pingando.
Mas calma, não estou dizendo que você precisa ter dez empresas. Estou falando de começar pequeno e ir construindo aos poucos.
Vou te dar alguns exemplos práticos de como ganhar dinheiro além do seu trabalho:
Você sabe cozinhar bem? Pode vender quentinhas para os colegas de trabalho. Sabe mexer com computador? Pode fazer pequenos serviços de informática nos fins de semana. Tem um carro? Pode trabalhar com aplicativos de transporte nas horas vagas.
A ideia não é se matar de trabalhar. É criar pequenos fluxos de renda que, juntos, fazem a diferença.
E tem uma coisa interessante: quanto mais fontes de renda você tem, mais seguro você se sente. Essa segurança te permite tomar decisões melhores e correr riscos calculados que podem levar a oportunidades ainda maiores.
Aqui está a regra de ouro: chega uma hora que você precisa parar de trabalhar pelo dinheiro e fazer o dinheiro trabalhar para você.
Pensa comigo: quando você trabalha, você troca tempo por dinheiro. Trabalhou 8 horas, recebeu por 8 horas. Simples assim.
Mas e se você pudesse ganhar dinheiro enquanto dorme? Enquanto está na praia? Enquanto está brincando com os filhos?
Isso é possível quando você faz investimentos. Não precisa ser nada complicado. Pode começar com a poupança mesmo, só para criar o hábito.
Depois, quando tiver mais conhecimento, pode partir para investimentos que rendem mais. Mas o importante é começar.

Vou te dar um exemplo bem prático. Imagine que você consegue investir R$ 200 por mês. Parece pouco? Em 10 anos, considerando uma rentabilidade média, você pode ter mais de R$ 30.000. Só com R$ 200 por mês!
E o melhor: esse dinheiro vai continuar rendendo mesmo depois que você parar de contribuir. É como plantar uma árvore que vai dar frutos para o resto da vida.
A maioria das pessoas nunca faz isso porque acha que precisa de muito dinheiro para começar. Mas a verdade é que com qualquer quantia, por menor que seja, você já pode começar a fazer seu dinheiro trabalhar para você.
Essa regra é delicada porque tem muita gente que entende errado.
Controlar gastos não significa virar um pão-duro. Não significa nunca mais se divertir ou comprar nada que você gosta. Significa ser inteligente com seu dinheiro.
Os ricos controlam gastos, mas gastam com o que realmente importa para eles. Eles cortam gastos bobos para poder gastar com coisas que trazem valor real para suas vidas.
Por exemplo: um rico pode economizar no almoço todos os dias para poder viajar uma vez por ano. Ele prioriza experiências que considera importantes.
Ou então: economiza em roupas de marca para poder investir em um curso que vai melhorar sua carreira.
A ideia é ser consciente dos seus gastos. Saber para onde seu dinheiro está indo. Você ficaria surpreso com a quantidade de dinheiro que gastamos sem perceber.
Aquele cafezinho todo dia, o lanche da tarde, a assinatura do streaming que você nem usa mais… Pequenos gastos que, no final do mês, fazem uma diferença enorme.
Não estou dizendo para cortar o cafezinho. Estou dizendo para ser consciente dele. Se vale a pena para você, beleza. Se não vale, melhor cortar e usar o dinheiro para algo que realmente importa.
Essa última regra é talvez a mais difícil de aplicar, porque vai contra nossa natureza humana.
Nós somos programados para querer as coisas agora. Vemos algo que queremos e já pensamos em como comprar. É o que os psicólogos chamam de gratificação imediata.
Mas os ricos pensam diferente. Eles conseguem adiar o prazer de hoje para ter benefícios maiores no futuro. É como aquele experimento famoso com crianças e marshmallows.
Puseram uma criança numa sala com um marshmallows em cima da mesa. Disseram: “Você pode comer agora, ou pode esperar 15 minutos e ganhar dois marshmallows.”
As crianças que conseguiram esperar, anos depois, estavam melhores na escola, tinham relacionamentos melhores, eram mais bem-sucedidas profissionalmente.
Com dinheiro é igual. Você pode gastar agora e ter prazer imediato, ou pode investir e ter benefícios maiores no futuro.
Um exemplo prático: você pode comprar um celular novo por R$ 2.000 e ter o prazer de usar por alguns anos. Ou pode investir esses R$ 2.000 e, em alguns anos, ter dinheiro para comprar não só o celular, mas várias outras coisas.
Não é fácil, eu sei. Vivemos numa sociedade que nos empurra para o consumo imediato. Mas os que conseguem desenvolver essa habilidade de pensar em longo prazo são os que realmente conseguem como ganhar dinheiro e construir riqueza.
Agora que você já conhece as sete regras, deve estar se perguntando: “E agora? Como eu coloco isso em prática?”
Vou te dar algumas dicas bem práticas:
Comece pequeno. Não tente mudar tudo de uma vez. Escolha uma regra e foque nela por algumas semanas. Quando virar hábito, adicione outra.
Se você escolher a regra do “pague-se primeiro”, comece com R$ 50 por mês. Quando estiver acostumado, aumente para R$ 100. Vá crescendo gradualmente.
Anote seus gastos por uma semana. Você vai se surpreender com o que vai descobrir. Muita gente gasta mais do que imagina em coisas que nem percebe.
Defina objetivos claros. Em vez de “quero juntar dinheiro”, diga “quero juntar R$ 5.000 em 12 meses para fazer um curso de inglês”. Objetivos específicos são mais fáceis de alcançar.
Eduque-se financeiramente. Leia livros, assista vídeos, faça cursos. Quanto mais você entender sobre dinheiro, melhores decisões vai tomar.
Encontre pessoas que pensam como você. Se você quer desenvolver uma mentalidade de riqueza, precisa conviver com pessoas que já têm essa mentalidade. Elas vão te inspirar e te apoiar.
Quer saber uma coisa? Essas regras não são segredos guardados em cofres. São conhecimentos que estão aí, disponíveis para quem quiser aprender.
A diferença é que os ricos crescem ouvindo essas ideias desde pequenos. Para eles, é natural pensar assim. Para nós, que não tivemos essa educação financeira em casa, é preciso um esforço consciente para mudar a forma de pensar.
Mas é possível. Muita gente já conseguiu. Pessoas que começaram com menos do que você tem hoje e conseguiram construir uma vida próspera.
O segredo não é ter um salário alto. É ter uma mentalidade de riqueza. É entender que dinheiro é uma ferramenta poderosa que pode ser usada para construir a vida que você quer.
Lembra da história do pescador e do empresário? O empresário sugeriu que o pescador expandisse seus negócios para um dia poder pescar só por prazer. O pescador respondeu: “Mas é isso que eu já faço.”
Moral da história: riqueza não é só sobre ter muito dinheiro. É sobre ter controle sobre sua vida financeira para poder fazer as escolhas que realmente importam para você.
Mudar a mentalidade financeira não acontece da noite para o dia. É como aprender a andar de bicicleta ou dirigir um carro. No começo, você precisa pensar em cada movimento. Depois, vira automático.
Com dinheiro é igual. No início, você vai precisar se esforçar para lembrar das regras. Vai precisar se policiar para não gastar impulsivamente. Vai precisar se forçar a separar dinheiro para investir.
Mas com o tempo, isso vira natural. Você vai automaticamente avaliar se uma compra vale a pena. Vai naturalmente procurar maneiras de fazer seu dinheiro render mais. Vai instintivamente pensar em longo prazo.
E sabe o que é mais interessante? Quando você desenvolve uma mentalidade de riqueza, oportunidades começam a aparecer. É como se você desenvolvesse um “radar” para negócios e investimentos.
Você começa a ver possibilidades onde antes só via problemas. Começa a enxergar soluções onde antes só via dificuldades. Sua mente fica sintonizada na frequência da abundância.
Essas sete regras do dinheiro podem parecer simples, mas têm o poder de transformar completamente sua vida financeira. A diferença entre quem consegue construir riqueza e quem vive sempre apertado não está no tamanho do salário, mas na mentalidade.
A boa notícia é que você pode começar a aplicar essas regras hoje mesmo, independentemente da sua situação atual. Não precisa de muito dinheiro para começar. Precisa apenas da decisão de mudar sua forma de pensar sobre dinheiro.
Lembre-se: a mentalidade financeira é como um músculo. Quanto mais você exercita, mais forte fica. Comece devagar, seja paciente consigo mesmo, mas seja consistente.
O futuro financeiro que você quer está ao seu alcance. Essas regras são o mapa que pode te levar até lá. Agora é só colocar o pé na estrada e começar a caminhar.
Principais Pontos Abordados:
Não! Essa é uma das maiores mentiras que contam por aí. Você pode começar com qualquer valor, mesmo que seja R$ 20 por mês. O importante não é a quantidade, é criar o hábito. Muita gente rica começou guardando moedas numa latinha. O segredo está na consistência, não no valor inicial.
Comece com o que conseguir, mesmo que seja 5% da sua renda. Se você ganha R$ 1.000, separe R$ 50. Parece pouco? Em um ano você terá R$ 600 que não tinha antes. Quando se acostumar, vá aumentando gradualmente. O ideal é chegar em 20%, mas não se cobre tanto no início.
Primeiro, anote tudo que você gasta durante uma semana. Tudo mesmo! Vai se assustar com pequenos gastos que nem percebe. Depois, separe em duas listas: “preciso” e “quero”. Corte primeiro os “quero” e veja se dá para reduzir alguns “preciso”. Às vezes a conta de luz pode diminuir só desligando aparelhos da tomada.
Para quem nunca investiu, comece com a poupança mesmo. Sim, ela rende pouco, mas é segura e te ajuda a criar o hábito. Depois de alguns meses, quando tiver mais confiança, pode partir para o Tesouro Direto ou CDB. O importante é começar, mesmo que seja com o básico.
Olhe para as habilidades que você já tem. Sabe cozinhar? Faça doces para vender. Tem carro? Trabalhe com aplicativo nos fins de semana. É bom com tecnologia? Ajude vizinhos com problemas no computador. Comece pequeno, usando o tempo que você tem livre, mesmo que seja só 2 horas por semana.
Funcionam principalmente para quem ganha pouco! Quem tem muito dinheiro pode se dar ao luxo de cometer erros. Quem ganha pouco precisa ser mais esperto. Essas regras são justamente para maximizar qualquer valor que você tenha. Conheço gente que ganhava salário mínimo e conseguiu comprar a casa própria aplicando esses princípios.
Depende do que você considera “resultado”. Mudança na mentalidade você sente em poucas semanas. Resultados financeiros pequenos aparecem em 3-6 meses. Resultados maiores levam anos. Mas pensa assim: o tempo vai passar de qualquer jeito. É melhor chegar daqui a 5 anos com uma reserva de emergência do que sem nada, né?
Ninguém nasce disciplinado! Disciplina é como um músculo que você treina. Comece com pequenas metas fáceis de cumprir. Em vez de “vou economizar R$ 500 por mês”, comece com “vou separar R$ 50 por mês”. Quando conseguir, aumente. Cada pequena vitória te dá força para a próxima.
Pode e deve! Quando você está endividado, essas regras são ainda mais importantes. Primeiro, pare de se endividar mais. Segundo, use as regras para se organizar e quitar as dívidas. Terceiro, depois de quitar, continue aplicando para não cair na mesma armadilha.
Não tente convencer ninguém. Comece aplicando as regras na sua vida. Quando as pessoas virem seus resultados, vão ficar curiosas. Aí sim você pode compartilhar o que aprendeu. Mudança vem pelo exemplo, não pela conversa. Seja o exemplo que você gostaria de ter tido.
Depende muito do curso e da sua situação. Se é um curso que vai te dar habilidades para ganhar mais dinheiro rapidamente, pode valer. Mas evite se endividar muito. Prefira cursos online mais baratos, livros, ou conteúdo gratuito de qualidade. O importante é aprender, não necessariamente gastar muito.
Regra básica: se promete ganhos muito altos muito rápido, desconfie. Investimento bom é chato, cresce devagar mas cresce seguro. Antes de investir em qualquer coisa, estude muito sobre o assunto. Nunca invista em algo que você não entende completamente.
ATENÇÃO: Este Blog não pertence a nenhum consultor financeiro.
Nosso artigos, são apenas para fins educacionais.
Se está em busca de investimentos, procure ajuda profissional quando necessário.